De arquitetos a técnicos, profissionais participam do ‘#SouManaus 2026’ com monitoramento, orientação e atendimento ao público e ao colegiado da prefeitura

De arquitetos a técnicos, profissionais participam do ‘#SouManaus 2026’ com monitoramento, orientação e atendimento ao público e ao colegiado da prefeitura

Milhares de pessoas passaram pelo Centro Histórico de Manaus durante o “#SouManaus Passo a Paço 2026”, entre os dias 4 e 7 de setembro, em uma das maiores programações culturais realizadas na capital e na região Norte. Para que um evento dessa dimensão aconteça de forma organizada, segura e respeitosa com o patrimônio histórico, existe também um trabalho que começa muito antes de o público chegar e continua depois que a última atração termina.

Durante os quatro dias de operação, mais de 25 profissionais do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) estiveram mobilizados em diferentes frentes, atuando no monitoramento dos espaços, orientação do público, preservação do patrimônio e apoio às demandas do colegiado integrado que reuniu órgãos municipais, estaduais e instituições parceiras.

A atuação da autarquia envolveu especialmente as áreas históricas inseridas no circuito do festival, com acompanhamento das condições de edificações, praças, monumentos e demais elementos que integram a paisagem cultural do Centro de Manaus.

Para a arquiteta e urbanista Landa Bernardo, gerente de Patrimônio Histórico (GPH), que participou da operação, o trabalho do Implurb é importante não apenas durante o festival, mas também nas etapas de preparação e avaliação do evento.

“O Implurb faz todo o levantamento das áreas onde será realizado o evento, principalmente dos trechos onde existe patrimônio histórico, para evitar riscos de danos. Também fazemos parte do colegiado, que permite o diálogo entre as secretarias municipais, estaduais, órgãos federais e concessionárias, para que todo o trabalho antes, durante e depois do evento seja alinhado”, explicou.

Patrimônio e pertencimento

O monitoramento realizado pela equipe teve como foco a preservação e a integridade dos bens históricos, mas também incluiu uma dimensão de orientação e conscientização do público sobre o cuidado com os espaços. Segundo a arquiteta e urbanista Lorena Mota, também da GPH, a equipe acompanhou as edificações históricas, praças e monumentos inseridos no circuito, ao mesmo tempo em que deu suporte a outras secretarias em demandas surgidas durante o festival.

“Contribuímos principalmente para a preservação e a integridade do espaço. Neste ano, também atuamos no auxílio a outras secretarias, em demandas como logística e distribuição de alimentos. Foi um trabalho conjunto da equipe do Implurb com as outras pastas”, destacou.

Para Marcela Brasil, gerente de Levantamento Técnico (GLT), o balanço da atuação foi positivo, especialmente pelo acompanhamento permanente dos espaços e elementos históricos. “Foram realizadas vistorias nos ambientes, nos monumentos e nos elementos históricos, com atenção para a preservação e integridade. O acompanhamento permitiu identificar interferências, orientar a população quanto aos cuidados necessários e contribuir para a realização de um evento desse porte”, avaliou.

Orientação e acolhimento

Além da preservação, a equipe do Implurb também exerceu uma função próxima do público. Servidores atuaram na orientação de pessoas que buscavam informações ou precisavam de algum tipo de assistência durante a programação.

Para Cesar Freitas, que atua na gestão do Mirante Lúcia Almeida, conhecer profundamente o Centro Histórico foi um diferencial para a atuação durante o festival. “É muito importante termos pessoas que realmente conheçam o Centro e sua estrutura. Nossa equipe conhece muito bem esse espaço e está ali para orientar, receber o público e ajudar quando alguém precisa de alguma assistência”, afirmou.

Um dos locais que integrou a estrutura do festival foi o Mirante Lúcia Almeida, equipamento municipal inserido no complexo do evento e que recebeu estruturas de apoio durante a programação. Para Cesar, o local também representa uma nova relação da população com o Centro Histórico. “É uma estrutura que oferece uma visão privilegiada de todo o evento e permite que as pessoas conheçam e ocupem esse espaço. O Mirante está preparado para receber o público com segurança, organização e conforto”, destacou.

Trabalho que continua

A operação do Implurb também contou com parcerias institucionais e integração com os demais órgãos e entidades envolvidos no festival. A participação no colegiado permitiu o compartilhamento de informações e o alinhamento das ações entre diferentes instituições.

Para a servidora Fabiana Barroso, a experiência reforçou o comprometimento da equipe com a preservação dos espaços públicos.

“O ‘#SouManaus 2026’ foi finalizado com sucesso. A equipe do Implurb esteve presente em todos os dias do festival, orientando e conscientizando a população sobre a preservação do patrimônio público. Foram dias intensos, com muito comprometimento de toda a equipe”, afirmou.

Mais do que acompanhar um grande evento, a participação da autarquia no ‘#SouManaus’ reforça uma das dimensões do planejamento urbano: cuidar da cidade enquanto ela é ocupada, vivenciada e celebrada pela população.

Em um festival como “#SouManaus” que levou centenas de milhares de pessoas ao coração de Manaus, o trabalho da equipe esteve voltado para garantir que a festa pudesse acontecer em diálogo com o patrimônio histórico, fortalecendo também a relação da população com o Centro e com os espaços que fazem parte da memória da cidade.

PMM.

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Texto – Divulgação Implurb

Fotos – Vitoria Alves/Implurb e Divulgação


Fonte: Prefeitura de Manaus

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